A Corte determinou ainda a remessa de cópia os autos Ministério Público da comarca de Juazeiro para adoção das medidas cabíveis, bem como que seja realizado o desmembramento do feito, com extração de cópias necessárias pra a autuação da representação por conduta vedada, procedendo-se à apuração da suposta prática de conduta vedada prevista no art. 73, I e III, da Lei nº 9.504/97.
O relator da Ação de Investigação Judicial Eleitoral nº 0603153-88.2018.6.06.0000, desembargador Inácio Cortez, destacou: "A denúncia do Ministério público Eleitoral e a robustez das provas obtidas por meio da busca e apreensão realizada pela Polícia Federal demonstram um modo de agir nefasto e repulsivo de manipulação da máquina pública por parte da Secretária de Educação, que extrapolando do seu poder de autoridade administrativa e se utilizando de bens públicos para fins de campanha, intimidou servidores a trabalhar de forma orquestrada e contínua em prol de determinada candidatura, caracteriza o abuso de poder político previsto no art. 22 da LC nº 64/90".
Via Sobral de Prima
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