O ministro da Educação, Leonardo Barchini, advertiu que a proposta de ajuste fiscal de 1,5% do PIB — equivalente a cerca de R$ 200 bilhões —, defendida pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL), inviabilizaria o funcionamento de programas educacionais e de instituições federais de ensino. Segundo Barchini, como a pasta concentra aproximados R$ 43 bilhões em despesas discricionárias, um corte dessa proporção atingiria diretamente a assistência estudantil, contratos de manutenção em universidades e institutos federais, bolsas da Capes e a continuidade do programa Pé-de-Meia, voltado à redução da evasão no ensino médio.

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