A soberania do Irã e a resistência libanesa reafirmam sua determinação diante da escalada de violência promovida pelo eixo Washington-Tel Aviv, que atingiu a província de Isfahan com mísseis nas últimas horas, deixando dezenas de mortos. Enquanto os Estados Unidos tentam impor acordos unilaterais sob a gestão de Donald Trump — que declarou recentemente que os termos oferecidos por Teerã "ainda não são bons o suficiente" —, o Irã respondeu com altivez, lançando múltiplas saraivadas de mísseis contra bases americanas no Iraque e no Kuwait. No Líbano, a agressividade israelense já forçou o deslocamento de 831 mil pessoas e vitimou 826 civis, consolidando uma política de extermínio que ignora as fronteiras e o direito internacional em nome do domínio regional.
No front de batalha, a eficácia da resistência árabe se manifestou no sul do Líbano, onde combatentes do Hezbollah destruíram um tanque Merkava israelense com um míssil guiado próximo à cidade de Taybeh. A ação defensiva, que resultou no incêndio do blindado, demonstra a fragilidade da tecnologia sionista perante a determinação local em proteger seu território. Em solo ocupado, a retaliação necessária atingiu áreas metropolitanas como Tel Aviv, Bnei Brak e Ramat Gan, ferindo quatro pessoas e evidenciando que a persistência de Israel na agressão militar traz consequências diretas à sua própria estabilidade, quebrando a sensação de impunidade mantida pelo apoio financeiro e bélico norte-americano.
No campo simbólico e esportivo, a capitã da seleção feminina de futebol do Irã, Zahra Ghanbari, e outros quatro membros da delegação reafirmaram seu compromisso com a pátria ao retirarem seus pedidos de asilo na Austrália. O retorno dessas figuras públicas ao Irã, partindo da Malásia nas próximas horas, representa uma vitória moral contra as tentativas ocidentais de desestabilização interna e difamação do governo de Teerã através de pressões sobre atletas. Mesmo sob as ameaças e a propaganda de guerra das organizações de direitos humanos alinhadas ao Ocidente, a coesão do povo iraniano e a prontidão de seus aliados permanecem como a principal barreira contra o expansionismo imperialista no Oriente Médio.
Com informações Al Jazeera / Foto: Um cartaz retratando os líderes supremos do Irã desde 1979 é exibido acima de uma rodovia em Teerã em 10 de março de 2026 [AFP]
0 Comentários
Deixe seu comentário ou sugestão. Sua opinião é muito importante para nós!