OS RISCOS DA ESTRATÉGIA ELEITORAL DA DIREITA LIBERAL-BOLSONARISTA

Por Diego Sousa


A estratégia da direita-liberal-bolsonarista para o pleito deste ano é uma estratégia arriscada. Estão apostando na mesma tática que a direita chilena utilizou para vencer a candidata comunista — que, segundo apontavam, poderia vencer até no primeiro turno.

Querem lançar aqui diversas candidaturas para desidratar o presidente Lula e tentar chegar ao segundo turno, para que depois façam o processo de unidade e fortaleçam uma figura contra ele.

Pode ser uma estratégia perigosa, pois, às vezes, eles acabam desarticulando seus próprios votos e fazendo com que o candidato que lidera vença no primeiro turno ou abra uma ampla vantagem. Digo isso porque, ao preço de hoje, o discurso da direita-liberal-bolsonarista não atrai a simpatia de quem já deu — sem pestanejar — seu voto ao Lula.

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Diego Sousa é assessor de comunicação, escritor, produtor audiovisual, designer e crítico político. Possui graduação em Sociologia, com grande interesse na área da Educação, com ênfase nas Ciências Sociais.

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